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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MAGISTRADO GLAUTEMBERG BASTOS DE LUNA QUE ATUOU EM PAULO AFONSO É REPRESENTADO NO CNJ E NO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA

MAGISTRADO GLAUTEMBERG BASTOS DE LUNA , É DENUNCIADO NO CNJ.
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA?
FALSA DECLARAÇÃO?
EXPLORAÇÃO DE PRESTÍGIO?
FALSIDADE IDEOLÓGICA?
SOMENTE O MINISTÉRIO PÚBLICO E O CNJ SERÃO CAPAZES DE AFIRMAR E DECIDIR.



O jornalista Cecílio Almeida Matos que foi absurdamente preso pelo magistrado Glautemberg Bastos de Luna, adotou providencias contra o mesmo junto ao CNJ e perante o Ministério Público do Estado da Bahia para que apurem a conduta do referido magistrado que teria assinado diversas declarações protegendo um servidor do judiciário, que durante o período da manhã estudava DIREITO na UNEB- universidade do Estado da Bahia e a tarde deveria desenvolver suas atividades funcionais, NÃO TENDO PORTANTO COMO prestar estágio voluntário no mesmo local em que deveria está trabalhando, uma vez que como servidor está obrigado a prestar 06 horas diárias de trabalho e como estagiário não teria tempo de fazer simultaneamente as duas coisas para cumprir uma jornada de 04 horas diárias de serviço de estágio; a menos que, o mesmo por quase um ano tivesse estagiado sozinho no fórum no período NOTURNO, possivelmente estagiando de "vigilante". Desta forma põe-se em cheque a lisura do Magistrado para afirmar que o servidor Cecílio teria ido ao gabinete do mesmo com uma liminar pronta para o mesmo assinar; pois se como magistrado, o mesmo é capaz de fornecer tais declarações para um servidor ser beneficiado e que no turno da manhã estudava,quando pela tarde deveria trabalhar e; ainda assim consegue estagiar por mais 4 horas,então, então nada impede que também como magistrado seja capaz de perseguir um servidor pelo qual não tinha simpatia. Desta forma, é o mesmo que afirmar que após o trabalho que terminaria às 18:00 horas, o servidor/estagiário laboraria até às 10 horas da noite, "orientado" pelo magistrado. Tal declaração, teria facilitado o servidor ter recebido sua remuneração sem trabalhar; para que em vez de prestar serviço ao Tribunal de Justiça da Bahia, ficasse servindo como estagiário e assim poder, com ajudinha do magistrado, concluir sua faculdade de direito.
Frise-se que consultando o histórico do protocolo administrativo do servidor, o mesmo em momento algum REQUEREU HORÁRIO ESPECIAL DE TRABALHO PARA ESTUDAR, que mesmo assim obrigá-lo-ia à compensação da jornada de trabalho. Os documentos abaixo e outros tantos; são verossímeis e comprovam que o magistrado teria colaborado para o servidor RECEBER SALÁRIO SEM TRABALHAR OU ENTÃO PARA ESTAGIAR EM VEZ DE TRABALHAR POR QUASE UM ANO, o que implicaria em responsabilidade tanto do magistrado que prestou as declarações diversas, quanto do servidor.
Ressalte-se que o Magistrado Glautemberg é o mesmo Juiz que deu uma sentença a um colega em tempo record, cuja indenização foi de 10 mil reais contra a Coelba (nos juizados cíveis), por ter  sido cortado o fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento do colega magistrado inadiplente; que somente não vingou porque o recurso foi julgado favoravelmente à COELBA.

Será que o magistrado Glautemberg teria apadrinhado o servidor? Vamos esperar que o MP da Bahia se pronuncie com mais esse descalabro que  eram as vicissitudes que abundavam em Paulo Afonso. 







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