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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

UM ESTADO NAZISTA NO ESTADO BRASILEIRO, A POLÍCIA MATA INOCENTES

UM POLÍCIA MAU PREPARADA, MAU PAGA E DESESTIMULADA ESTÁ AUTORIZADA A MATAR INOCENTES?
 
 
 
 
Alguma coisa está errada, parece que os comandos das polícias civil e militar no Brasil estão descarregando toda sua revolta na sociedade brasileira. Agora , os dados recentes dizem que no Brasil a polícia é uma das mais truculentas e letais do mundo. na maioria dos casos, as vítimas são pobres, negras e residentes em bairros periféricos. Isso é uma noção nazista de que bandido bom é bandido morto e portanto, pouco importa a verdade dos fatos, aparentou ser bandido, aparentou.  Mata!
 
Sem falar que certos autos e resistência não passam de pura farsa e que no Brasil até coronéis são envolvidos com marginais perigosos, recebendo dinheiro do narcotráfico. Enquanto nos Estados Unidos o narcotráfico leva à prisão milhares de traficantes e resulta em multas e apreensão vultuosa de somas e bens patrimoniais dos bandidos, no Brasil muitos policiais são coniventes com a bandidagem.
 
O que deve ser feito então? Deixar o bandido escapar? fingir que está exercendo a atividade policial e deixar de mão? Na verdade o que não se deve ser feito é assassinar pessoas inocentes, nas supostas trocas de tiros e forjados autos de resistência. É claro que a bandidagem precisa aprender a respeitar a polícia e a criminalidade precisa ser combatida, principalmente a corrupção generalizada e o narcotráfico.
 
Muito se discute sobre segurança pública no Brasil, e no frigir dos ovos acaba caindo o debate no abismo das distorções salariais e no desestimulo da categoria policial. Ser policial, muitas das vezes acaba sendo um bico ou um trampolim para acesso ao poderosos da bandidagem para conseguir proveito financeiro.
 
O último CONSEG, (e único) realizado em Brasília em 2009/2010 elaborou-se estudos e diretrizes para uma polícia melhor e uma segurança pública voltada ao respeito da cidadania e da dignidade humana. Hoje a polícia só perde em credibilidade para a classe política, no Brasil.
 
A polícia não pode ser marginalizada e seus agentes não podem ser confundidos com bandidos, quando isso acontece, inocentes morrem e continuaram a morrer. Existe, em algum momento um viés e cultura nazista que precisa ser estancado enquanto ainda se pode, e a má remuneração não pode ser argumento para assassinar bandidos que se curvam à força da lei. Não havendo resistência não se justifica matar, principalmente pessoas inocentes.
 
"... Com uma população quase oito vezes menor que a dos Estados Unidos, o Estado de São Paulo registrou 6,3% mais mortes cometidas por policiais militares do que todo os EUA em cinco anos, levando em conta todas as forças policiais daquele país. Dados divulgados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), e analisados pela Ouvidoria da Polícia, revelam que 2.045 pessoas foram mortas no Estado de São Paulo pela Polícia Militar em confronto - casos que foram registrados como resistência seguida de morte - entre 2005 e 2009.
Já o último relatório divulgado pelo FBI (polícia federal americana) aponta que todas as forças policiais dos EUA mataram em confronto 1.915 pessoas em todo o país no mesmo período. As mortes são classificadas como justifiable homicide (homicídio justificável) e definidas pelo "assassinato de um criminoso por um policial no cumprimento do dever".
Para Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública e pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a diferença no total de mortes do Estado e dos Estados Unidos se deve à própria cultura geral da sociedade brasileira, que tende a apoiar os assassinatos cometidos por policiais e prega que “bandido bom é bandido morto....”. *
 
 
 
 
*Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

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