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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

HISTÓRIA....A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL






Índice
Agosto de 1942
A entrada na guerra
Julho de 1944
O embarque da FEB
Outubro de 1944
Os pilotos da FAB
Novembro de 1944
Cai Monte Castelo
Abril de 1945
Tomada de Montese



Setembro de 1939 Alemanha invade a Polônia Junho de 1940 A queda da França Junho de 1941
O ataque à Rússia Dezembro de 1941 Pearl Harbor Fevereiro de 1943 Cerco de Stalingrado Setembro de 1943 Rendição da Itália Junho de 1944 O Dia D Fevereiro de 1945 O Holocausto Maio de 1945 Queda do III Reich Agosto de 1945 o fim da guerra .

EDIÇÃO ESPECIAL: O Brasil Na Guerra
Abril de 1945: Montese

Pracinhas travam em Montese batalha mais sangrenta do país desde a Guerra do Paraguai - Força total brasileira expele tropas alemãs da cidade italiana e permite uma passagem tranqüila dos Aliados rumo ao vale do rio Pó.

Ímpeto descomunal: tropa da FEB avança pela rua durante a violenta conquista de Montese excepcionalmente neste ano de 1945, ao contrário do que versejam as canções napolitanas, o mês de abril, que inaugura a temporada do amor e da primavera na Itália, revestiu-se de aventuras pouco românticas na Velha Bota. Obstinados integrantes do 5º Exército americano e do 8º Exército britânico colocaram-se em marcha para, de uma vez por todas, escorraçar os alemães do Norte da península. Nessa violenta dança, também os pracinhas tomaram parte. Ligada ao 4º Corpo, a Força Expedicionária Brasileira foi encarregada, por sugestão do próprio general Mascarenhas de Moraes, de derrotar as tropas alemãs que ocupavam a região de Montese - obstáculo para a passagem dos aliados rumo ao vale do rio Pó.

A ação envolveu, pela primeira e única vez, as guarnições da artilharia, os três regimentos de infantaria e o esquadrão de reconhecimento verde-amarelos. O 3º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria, que avançaria rumo a Serreto-Paravento-Montelo, estava no centro da formação ofensiva, sendo sua peça principal. À direita, alinhava-se o 2º Batalhão, e à esquerda, o 1º. Assim, no dia 14 de abril, às 13h30, os brasileiros atacaram Montese, fazendo sua estréia na traiçoeira guerra urbana - bem mais complicada que os combates na montanha, por literalmente esconder um problema em cada esquina....
Marcas indeléveis - O avanço-mestre dos soldados nacionais era observado de camarote pelos comandantes conterrâneos em Sassomolare, que fornecia perfeita visão de Montese. Estes presenciaram uma evolução nota dez dos pracinhas, que penetraram na defesa inimiga e lancetaram os tedescos com ímpeto descomunal. Um dia depois da invasão, os soldados de Adolf Hitler começavam a ser varridos de Montese. A tomada da cidade concretizou-se no dia 16, com o apoio do 6º Regimento de Infantaria.

Ao final dos combates, Montese estava praticamente arrasada: das 1.121 casas do burgo, nada menos que 833 foram destruídas. A pugna também ceifou 189 munícipes. A Força Expedicionária Brasileira levou a cabo uma campanha irrepreensível quanto à conquista do objetivo, mas as marcas trazidas do front seriam indeléveis: cerca de 450 baixas, entre mortos e feridos, no que pode ser considerada a mais sangrenta batalha envolvendo forças brasílias desde a Guerra do Paraguai. Foi a última grande peleja dos pracinhas no Velho Mundo - e, ao menos em Montese, não seria esquecida. Em homenagem aos "generosos libertadores" - como os expedicionários ficariam conhecidos na região -, uma das praças da cidade ganhou o epíteto de Piazza Brasile. Giusto, giustissimo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/index_flash.html




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