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quinta-feira, 14 de abril de 2011

PORQUE O TRANSITO DE PAULO AFONSO MATA?


PORQUE O TRANSITO DE PAULO AFONSO MATA?
Por: Cecilio Almeida Matos




Como explicar que um cidade pequena, com pouco mais de 100 mil habitantes,leva tantas pessoas á óbitos no transito, cotidianamente?

É sim, bem simples, falta responsabilidade de quem deveria ter o dever de fiscalizar, a omissão das autoridades é tamanha que em Paulo Afonso, simplesmente não existem multas, nem procedimentos de reeducação no transito. Será necessário que novamente um Juiz tome ás rédeas da administração pública e por portaria adote providencias?

Paulo Afonso, não tem “pardais”, não tem sinalização adequada, não tem autoridade do transito mesmo.

Não vemos carros sendo parados por autoridades do transito para averiguação, porque, alguns prepotentes “doutores” de plantão poderão alegar ato de arbitrariedade ou até invasão de privacidade. Vê se nas capitais isto acontece? Vê se tem alguém processando ou ameaçando autoridade do transito quando parados para averiguações de rotina.

A meu ver falta coragem e vai acabar sobrando, para um Juiz o dever de disciplinar o trânsito nesta cidade, porque se quer vê-se talões de multas nas mãos dos agentes de transito. Para que então agentes de transito? A barbárie tomou conta da urbe e por aí se fica. A avenida Apolônio Sales em frente ao G Barbosa, já passou do tempo de ter um pardal, os veículos circulam por ali em alta velocidade, não param nas faixas quando têm pedestres e fica por isso mesmo. Para que servem as faixas? Figuração, decoração da cidade?

A culpa é de quem detém o dever de fiscalizar; mais também é do cidadão, motorista, em maioria das vezes inabilitado, que é mau educado,inconseqüente e irresponsável.

Faço aqui um observação, a omissão das autoridades locais para fiscalizar e fazer abordagens, é passível de ação civil de responsabilidade por omissão do agente público, e frise-se que não deve ser somente no centro da cidade não, deve ser rotineiramente em toda a cidade. A venda desenfreada dessas “scooteres” ,que não precisam de placa e nem de habilitação, esta permitindo um verdadeiro festival de imprudências e “barbeiragens”, tanto o DETRAN, quanto o Departamento Municipal de transito, tem o dever de disciplinar o uso desses veículos e obrigatoriamente fiscalizar, em conjunto com a policia militar o transito desses automóveis. O que não se pode mais é a noticia rotineira de que fulano ou beltrano morreu numa cidade com menos de 120 mil habitantes em acidentes automobilísticos, que nem transito de verdade tem. O principio é básico e não o inverso: se quer ter veículo para conduzir, tem-se que ter habilitação e prudência para fazê-lo. Por ultimo educação de um lado e fiscalização de outro.

Enquanto ás autoridades se omitirem, empurrar com a barriga, aconteceram acidentes inexplicáveis , tal qual aquele que ceifou a vida de uma idosa na frente do INSS, numa avenida que claramente não se pode andar além de 40 quilômetros por hora.

So para finalizar: outro dia parei na faixa, em frente ao GBarbosa para um casal de idosos atravessarem, o Cara que dirigia um gol branco, além de quase atropelar os idosos, quase me bateu..passou buzinando, gritando e gesticulando, como se o errado tivesse sido eu...e pior ainda, quando os idosos terminaram de atravessar e que eu prossegui viagem, o dito cujo quase ao meu lado, continuava a esbravejar. É essa qualidade de motorista que se tem numa cidade de interior, “miúda”, com desempregados, mais que não falta veículos dirigidos por incapacitados!

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