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terça-feira, 12 de junho de 2012

É CERTO UM JUIZ SE FAZER DE MORTO?


A FARRA DA CIA. ELÉTRICA
SÃO QUASE  5 MILHÕES DE REAIS




Uma construtora teve a graciosidade de receber quase cinco milhões de reais, numa ação de indenização contra uma Cia elétrica, cujo montante inicial seria estimado em 800 mil reais.
Pois então, o célebre advogado, que nunca será ministro do STJ, mas é  sábio e sabido, conseguiu convencer o magistrado que a indenização estabelecida vultava-se em estimativamente cinco milhões. Isso mesmo, fala-se em cinco milhões de reais.
Feita a petição o magistrado liberou o montante em seu despacho proferido, em tempo Record o dinheiro que lá se encontrava, da Cia elétrica foi imediatamente recolhido, sangrado de seu proprietário(que obviamente não ficou nada satisfeito). A providencia então foi judicialmente ingressar com o agravo, cujo desembargador ou desembargadora, assim que tomou conhecimento, determinou o desbloqueio da importância e consequentemente a devolução do valor ao seu dono (a Cia elétrica).
Parecia que tudo ia dar certo, e que o dinheiro seria recuperado. Mas que nada, tão rápido e sorrateiro, o dinheiro sumiu não foi alcançado. O magistrado, inteligentemente, para se livrar do problema deu novo despacho determinando (pasmem) o  bloqueio das contas da construtora, via BACENJUD. Alguém realmente acha que algum dinheiro seria encontrado em alguma conta da dita construtora?
Não..nadica de nada....e a Cia elétrica que se fufú....
A partilha rendeu para alguns a distribuição de carros novos entre familiares, e novo despacho determinando a devolução dos valores em prazo de 48 horas sob pena de prisão, nunca foi prolatado.(que seria o certo, não é mesmo?)

O resultado dessa minha delirante imaginação, é que a Cia elétrica já levou ao conhecimento do jurídico em alguma capital e levou o caso para alguns senadores da república.
Certeza..certeza eu só tenho é que o bicho vai pegar, porque afinal de contas ninguém pretende perder quase 5 milhões de reais assim, como fumaça de tribo Yank no velho Oeste americano.
E o despacho do desembargador ou desembargadora? Infelizmente chegou tarde!  Como diria o velho e sábio Rui Barbosa: “ Justiça tardia, não é justiça! É injustiça institucionalizada”, disse-o ainda o velho inimitável mestre para os magistrados:
“Outro ponto dos maiores na educação do magistrado: corar menos de ter errado que de se não emendar. Melhor será que a sentença não erre. Mas, se cair em erro, o pior é que se não corrija. E, se o próprio autor do erro o remeditar, tanto melhor; porque tanto mais cresce, com a confissão, em crédito de justo, o magistrado, e tanto mais se soleniza a reparação dada ao ofendido.”

Daí se crer que longe da altivez, se encontra o magistrado, cuja carreira termina abalada pelas controvérsias ressonadas a boca graúda. Melhor seria não ter tentado amordaçar a quem nem com febre se cala.

ONDE ESSAS COISAS ACONTECEM?  No meio do sertão!

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