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quinta-feira, 25 de abril de 2013

O STF E O MINISTRO JOAQUIM BARBOSA SÃO ALVO DE DESMORALIZAÇÃO

ENQUANTO EM PAÍSES DE PRIMEIRO MUNDO AS CORTES SUPREMAS NÃO SE SUBMETEM ÀS MANIFESTAÇÕES POLÍTICAS; E UM MINISTRO COMO O MINISTRO JOAQUIM BARBOSA É RESPEITADO EM TODO O MUNDO, NO BRASIL MEROS POLÍTICOS QUEREM ESCRAVIZAR O JUDICIÁRIO



Esta é mais uma vergonha que um país como o Brasil tem submetido sua imagem no exterior. Desmoralizando a mais alta Corte judiciária do Brasil, com projetos que submetem as decisões dessa corte a reapreciação de deputados e Senadores, que são autoridades porque em sua maioria venderam ilusões para eleitores analfabetos, estes muitos dos quais pouco esclarecidos. Limitando á sua conveniência a criação de partidos políticos e criando a censura prévia para controlar a imprensa.
Uma democracia precisa muito de um judiciário independente, de magistrados sem vínculos políticos com quem quer que seja.
O Brasil não tem jeito não por falta de possibilidades, mas sim por falta de compromisso e seriedade de seus políticos que torcem pela seca para  matar a sede do nordestino em troca de votos, ou porque troca-se favores no  tráfico de influência que é um processo cultural colonial.
Em Paulo Afonso, na Bahia, um magistrado deu uma sentença recorde de indenização contra a COELBA, destinando para o Autor 10 mil reais pelo fato da empresa ter cortado a luz do mesmo por falta de pagamento, estranho não é o autor pleitear em juízo ; mas sim ter em tempo recorde a sentença, caracterizando nitidamente o tráfico de influência, pois como ficam os outros processos que estavam aguardando sentença há muitos anos? Qual critério justificou a prolatação da mesma, passando por cima de outros tantos que estavam na fila?

É desse jeito que o judiciário caminha no Brasil  em todos os tribunais, com o maniqueísmo  de praxe e os jogos de interesse. Nas mãos de quem está o judiciário brasileiro?

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