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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DELEGADO DE POLÍCIA QUE TORTURA E PREVARICA TAMBÉM VAI PRA CADEIA

É BOM FICAREM ESPERTOS OS POLICIAIS QUE NÃO ATUAM DENTRO DA LEGALIDADE
VALE LEMBRAR QUE DELEGADO TRABALHA PARA O ESTADO A SERVIÇO DO CIDADÃO E NÃO PARA POLÍTICOS.



Corregedoria da Polícia Civil prende delegado de Nova Soure-BA; saiba os motivos
Redação 
redacao@ozildoalves.com.br


Já está custodiado na carceragem da Corregedoria da Polícia Civil (Correpol), em Salvador, à disposição da Justiça, o delegado José Renato Flores da Cunha, titular da Delegacia Territorial (DT) de Nova Soure, município distante 229 quilômetros de Salvador, que teve a prisão preventiva decretada depois de faltar a uma audiência na comarca daquela cidade.
José Renato responde a processo em Nova Soure por tortura e prevaricação. O mandado de prisão foi cumprido, na tarde desta quinta-feira (24), por equipes da Correpol e da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira), em Feira de Santana, onde o delegado também possui residência.
Há 18 anos na Polícia Civil, o delegado já responde a vários processos administrativos disciplinares, instaurados na corporação. José Renato já passou pelas delegacias das cidades de Ubatã, Iaçu e Correntina, antes de assumir a titularidade de Nova Soure, em 2011.
Tortura, prevaricação e abuso de autoridade. Suspeito de ter cometido esses crimes,  no ano passado, o delegado de Nova Soure (a 225 km de Salvador), José Renato Flores da Cunha, foi afastado de suas funções pela Justiça, que atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público estadual, por meio do promotor de Justiça Leonardo Quintans Coutinho. A decisão do juiz Marcelo Luiz Santos Freitas tem caráter liminar e objetiva garantir a ordem pública e a tranquilidade dos policiais e demais envolvidos no processo de instrução criminal, vez que a Justiça considerou que, caso permanecesse no cargo durante as investigações, o delegado suspenso poderia oferecer perigo, constando na denúncia do MP indícios da prática de diversos crimes relacionados ao exercício da função pública do denunciado.
A decisão da Justiça levou em conta fatos relatados na denúncia do MP, todos ocorridos com o delegado no poder e exercendo sua função pública. No dia 25 de julho de 2012, José Renato Flores da Cunha teria autorizado um candidato a vereador local a transportar, em seu veículo particular, um preso custodiado na delegacia de polícia de Nova Soure até o Fórum da cidade para que o detento lavrasse a certidão de nascimento do seu filho. Outro registro revela que, em virtude de uma cobrança de aluguel, o delegado teria conduzido um inquilino devedor para que fosse torturado na delegacia, de modo a pagar o débito. Constam ainda da denúncia ministerial, relatos de que o delegado teria se apropriado de valores encontrados com um menor em conflito com a lei, que faria parte de uma sociedade em uma empresa de segurança, e ainda que José Renato Flores Cunha trataria as pessoas que procuravam a unidade policial sem urbanidade ou respeito, havendo indícios ainda da prática de assédio moral contra servidores da delegacia, bem como da prefeitura cedido para trabalhar na unidade de polícia.

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