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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

FINANCIAL TIMES ACUSA UNIME/ GRUPO KROTTON DE SE BENEFICIAR DO DINHEIRO DO FIES

AÇÕES DO GRUPO KROTTON CAEM 25% E O GRUPO TEM SE SUSTENTADO COM DINHEIRO DO FIEIS.



Com mudanças das regras do FIES grupo KROTTON pode ser prejudicado, com ações em queda;com isso explica-se a enxurrada de alunos que ingressam semanalmente na faculdade UNIME, para possivelmente garantir as verbas federais do sistema FIES, contudo, em muitos cursos a qualidade acadêmica deixa a desejar, como é o caso do curso de direito, na UNIME de Lauro de Freitas,cujo valor é aparentemente superfaturado - R$1.600,00- e onde a falta de organização, compromisso de alguns professores e despreparo de muitos estudantes, tem levado o nivelamento da qualidade do curso por baixo; e pior, professores que ensinam muito mal,ou nada ensinam, tem a indignidade de reprovar aluno...
Leiam:

 Brasil não é 'nada de nada'?, questiona 'Financial Times'
O recente derretimento das ações do setor de educação no Brasil é o principal destaque da coluna "Lex" publicada, ontem, na edição impressa do jornal britânico "Financial Times". A perda de valor das ações da Kroton e da Estácio fez a coluna questionar a força da economia brasileira nos setores que não dependem das commodities e pergunta se, no final, o Brasil não é "nada de nada". O texto reconhece que há setores não cíclicos no Brasil e um dos que cresce é o de educação. "Um líder do setor é a Kroton que tem valor de mercado de US$ 7,5 bilhões e elevou receitas a uma taxa anual de 50% ao longo de cinco anos", diz o texto. "Entre o início de 2012 e o fim do ano passado, as ações subiram quase oito vezes. Há forte apoio demográfico e político para o crescimento e mais alunos tentam o vestibular a cada ano. A presidente Dilma Rousseff adotou 'Brasil, uma pátria educadora' como lema de seu segundo mandato". O FT destaca, porém, que mais da metade dos alunos da Kroton são financiados por crédito estudantil. É aí que mora o problema. "No ano passado, o programa (de crédito) desembolsou US$ 3,6 bilhões e as verbas crescem rápido". A chegada da nova equipe econômica, porém, parece estar alterando o jogo de forças nesse mercado.
Desde que as mudanças nas regras do Fies foram anunciadas, lembra o jornal, as ações da Kroton e da Estácio perderam um quarto de seu valor. "Isso lembra o que aconteceu com as ações de empresas americanas de educação quando o governo apertou políticas de crédito para as escolas com fins lucrativos."

- Economia - ..
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-nao-e-nada-de-nada-questiona-financial-times-imp-,1616895

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-nao-e-nada-de-nada-questiona-financial-times-imp-,1616895


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