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sexta-feira, 24 de abril de 2015

BR 324 INTERDITADA POR MANIFESTANTES


Sexta-feira, 24 de Abril de 2015


Manifestantes voltam a fechar trecho da BR-324


Foto: Almiro Lopes

Ontem, moradores de Campinas de Pirajá e do Calabetão, na BR-324, protestaram fechando vias.

Um grupo de manifestantes voltou a interromper o trânsito na BR-324, na manhã desta sexta-feira (24), em Salvador. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o protesto começou por volta das 9h, na altura do KM 622. Correio.

Os manifestantes protestam contra as obras do metrô que provocaram falta de água e alagamentos na região. Ainda de acordo com a PRF, o trânsito ficou fechado por 30 minutos no sentido Feira de Santana.
Ontem, moradores de Campinas de Pirajá e do Calabetão, na BR-324, protestaram fechando vias e queimando pneus após terem as casas invadidas pela lama e ruas alagadas pelas chuvas. Os protestos ocorreram simultaneamente. Na Rua Indonésia, região das vilas Corrêa e Leal, no Calabetão, moradores colocaram fogo em pneus e madeira, causando congestionamento na região da Estação Pirajá e BR-324. 
De acordo com os moradores do Calabetão, a chuva começou por volta de meio-dia e durou cerca de um hora. Eles alegam que o escoamento da água foi prejudicado após a CCR Metrô Bahia implantar duas manilhas na localidade no início deste ano, durante a construção da estação de metrô Pirajá.
“Em fevereiro, técnicos do metrô implantaram essas manilhas. Na época, chegamos a dizer que isso (alagamento) poderia ocorrer, pois passa um córrego entre as duas vilas e a vazão da água é grande, mas não fomos ouvidos”, reclamou o serralheiro Osvaldo Ramos, 53 anos, que perdeu material de trabalho e móveis da casa onde mora com a esposa, filhos e netos.
A CCR informou que técnicos da companhia foram até o local para avaliar se o alagamento tinha relação com a construção da estação. A empresa também afirmou que nove famílias foram levadas para um hotel, mas não informou qual. Pelo menos 100 casas foram alagadas. Até as 19h de ontem, a CCR não informou se o alagamento foi provocado pela obra.
Para ajudar a água a escoar, moradores se amarraram em cordas e mergulharam no córrego para desentupir a tubulação. Dois carros ficaram submersos. Já na Rua da Bolívia, em Campinas de Pirajá, próximo à Brasil Gás, moradores queimaram entulho, esvaziaram pneus de ônibus e atravessaram os veículos na pista, após o alagamento de casas.
A Codesal não tinha registros das situações. O secretário municipal de Infraestrutura e Defesa Civil, Paulo Fontana, informou que não tinha conhecimento dos casos, mas que aguarda um relatório para hoje.

FONTE: Camaçarinoticias

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