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domingo, 13 de maio de 2012

“OLHO GORDO” DOS VEREADORES DE PAULO AFONSO PARA AUMENTAR O NÚMERO DE VAGAS NA CÂMARA, ENQUANTO O POVO MORRE DE FOME E SEDE, É UM ABSURDO






Não tem jeito, um bando de desocupados com ou sem mandatos, estão desesperados para meterem a mão na grana gorda do salário paga aos vereadores da cidade de Paulo Afonso na Bahia, são atualmente 11 vagas e os edis pretendem aumentar para 13, como se a cidade rica no meio do sertão e rodeada de um imenso lago, não tivesse o problema do desemprego e da seca na zona rural, distante do lago e da ilha da fantasia, chamada Paulo Afonso. 

Não tem jeito, cada vez somos obrigados a nos convencer que essa turma não dá a mínima pro povo e o interesse maior mesmo é arranjar uma forma de ganhar o sustento próprio, usando a boa fé do povo. 
A cidade não tem empregos, não tem fabricas, não tem segurança, mas tem festas cotidianamente e políticos que pagam suas contas telefônicas com o dinheiro público ou que vira e mexe ta tomando diversas diárias para gasta-las com viagens que não resultam em nada em benefício da sociedade. 

Sob a ameaça de uma intervenção e respondendo a processo criminal por improbidade administrativa no Tribunal de Justiça da Bahia, o prefeito alheio a tudo e a todos, sonha agora possivelmente, em trazer um aliado para dentro da casa,o tal aliado, que foi vereador e foi condenado a 13 anos de cadeia por fraudar o INSS, ainda não foi cassado e nem foi referendada a decisão do magistrado que impediu o retorno do mesmo á casa, com isso os edis, esquecem-se do compromisso moral de impedir que um elemento desse volte á casa legislativa e o mesmo ingressa no Supremo Tribunal Federal com uma Reclamação, para regressar a casa, que por sua vez, será contestada pelo MOVIMENTO NACIONAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO NO BRASIL.Pois se depender dos edis, eles estão mais preocupados com os bolsos e com as mamatas do salário fácil reunindo-se uma vez por semana (4 vezes de trabalho no mês) e aumentar as vagas na casa para mais gastança do que realmente cuidar do povo e do dinheiro público. 

A saúde local é a cara viva da miséria na cidade. Só cego não vê e  nem é assistido.

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