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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EXCLUSIVO: PRA LIVRAR O CUNHADO DA CADEIA MAGISTRADO BELELE CONSENTE FRAUDE PROCESSUAL


MAGISTRADO BELELÉ ENVOLVIDO EM FRAUDE PROCESSUAL PARA LIVRAR A  CARA DO CUNHADO ACUSADO DE HOMICÍDIO

Numa certa cidadezinha do sertão nordestino, onde um magistrado, acostumado ao coronelismo local, conhecido pelas suas insandices processuais  deu-se agora um inusitado fato. O cunhado do magistrado belelé que estaria respondendo a um processo por homicídio por afogamento de um companheiro de diversão no final de semana,teve pedido de arquivamento do referido processo pelo Ministério Público, causando surpresa ao magistrado titular da vara crime na cidadezinha; conhecido por alguns como magistrado “Olho de águia”.
Por pouco, muito pouco, o processo contra o cunhado do magistrado belelé, teria sido arquivado, se não fosse a competência do magistrado “olho de águia” que ao compulsar os autos atentamente verificou o crime de prevaricação, fraude processual,falsidade ideológica e material.
Curiosos? Vou me ater a narrar a fictícia estória. No meio do nada, onde o vento fez a curva, foi instaurado um processo,inquérito, contra o cunhado do magistrado Belelé; que é também servidor da justiça, este cunhado teria ido ao rio com mais alguns amigos e numa possível brincadeira de mau gosto, afogou um dos colegas. Largaram o corpo no fundo do rio e foram embora, passando pela casa da família da vítima e nada relatando, como se nada tivesse acontecido.
Bem, a muito esforço, o inquérito, que por quase um ano ficou “esquecido” na mão do delegado responsável; que praticamente assentou praça na cidade e não pretende dela mais ser removido, ou seja, pretende tornar-se um delegado perpétuo na cidade onde dera-se o inusitado homicídio.
Quando o inquérito foi para a mão do magistrado “Olho de águia” , o mesmo constatou que o laudo do IML que estava anexado, juntado aos autos, era um laudo de uma criança de 05 anos de idade, que nada tinha haver com a vítima e com o homicídio praticado pelo cunhado do magistrado Belelé, ou seja, caracterizado o verdadeiro tráfico de influencia.A tal ponto que tiveram a cara de pau de retirar um documento oficial dos autos(o laudo verdadeiro do IML) e “plantar” um outro laudo de exame cadavérico,( que não o de morte por afogamento), por um outro laudo pericial.
Isso mesmo, pasmem mais é verdade, adulteraram o inquérito e o Ministério Público não se deu conta deste pequeno e significante detalhe, porém o magistrado “olho de águia”; verificando o grotesco “erro”, NÃO ARQUIVOU O PROCESSO E BAIXOU EM DILIGENCIA OS AUTOS para que fosse apurado o motivo daquele documento encontrar-se presente no inquérito  e que em nada tinha haver com a vítima.
Como  diz o ditado, o costume do cachimbo deixa a boca torta, de tal sorte que além dessa pequena fraude processual, observou-se que os familiares da vítima não foram ouvidos e o inquérito foi literalmente feito para ATENDER AOS INTERESSES DO MAGISTRADO BELELÉ.(livrar a cara do cunhado de um processo por homicídio)
Para refrescar a memória o link da estorinha que foi publicada no meu blog é o seguinte:

Aberrações como essas são comuns no meio do agreste do sertão nordestino, cidadezinhas do interior onde o magistrado algumas vezes se julga o coronel, como nas velhas narrativas do escritor Jorge Amado, são comuns, a tal ponto de um caso de tamanha gravidade vir a permanecer impune, por  tráfico de influencia que ainda subsiste e o temor do povo, em ser chicoteado e massacrado com ameaças de processo e prisão por ordem dos coronéis e seus capatazes.Acostumaram-se tanto a fazer armações processuais, que achavam que um juiz sério não perceberia a aberração relatada.
O fato é que ainda existem profissionais sérios, comprometidos com a justiça e com a verdade(goste ou não belelé) e não se dão ao desplante de ajoelharem-se para rezar por uma cartilha tão espúria.
Ao que tudo indica o caso chegou ao conhecimento do Secretário de Segurança pública e do Tribunal, na capital do Estado onde este conto de fadas se deu...porque como os senhores podem perceber, tudo não passa de mero delírio narrativo desse contista, que se auto proclama Conde no condado do país de Alice no nordeste das maravilhas.
Mesmo com toda macumba de Belelé e sua “mulé”; acreditem que o mesmo deverá morrer de câncer e a aflição maior virá em família, onde são Miguel arcanjo não perdoará implacavelmente pelo sacrilégio cometido no meio de tantas injustiças.

Contado assim, tudo parece ser tão puro, tão ingênuo que até a família da vítima ou por medo ou por "credulidade" no coelhinho da páscoa e nos 7 anões, corre o risco de deixarem de mão as acusações contra o cunhado do magistrado; que ultimamente tem pousado de bacana e cheio de moral,onde labora- o cunhado.

Aonde essas coisas acontecem? Em algum lugar no meio do sertão, de alguma cidadezinha do nordeste, onde o vento fez a curva.Mas que é do conhecimento das altas esferas governamentais.

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