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domingo, 24 de março de 2013

A ESCOLHA DE UM JUIZ: ENTRE SERVIR A DEUS OU A SATANÁS

DURANTE TODA UM VIDA, MEU PERFIL FOI DE COMBATE AS INJUSTIÇAS E PELA BUSCA DA VERDADE.



O Código Penal Brasileiro, não proíbe ninguém matar, apenas diz que matar é crime e uma vez dado a ocorrência com evento morte você será submetido as penalidades da lei. Tanto assim o é, que não é proibido matar; que a lei estabelece os critérios para as chamadas excludentes de punibilidade.

Deste mesmo jeito, na vida você faz suas escolhas e define se deseja servir a Deus ou a Diabo, servir a Deus não significa servir aos "deuses"...Isso é fato; e como tal suas escolhas lhe levam aos caminhos traçados por você cujas consequências são unicamente de sua responsabilidade.

Minha dedicação a um certo magistrado foi impar, após transferido para Salvador, durante muito anos, continuei mantendo contato com o mesmo e levando processos para minha casa em Salvador, para devolve-los todos prontos,julgados e relatados; apenas submetendo ao crivo do magistrado para sua assinatura ou reforma do que fora feito; fazia isso por prazer, por consideração e por muita admiração.

Cheguei mesmo a dar-lhe de presente uma medalha de São Bento, para que sobre si tivesse proteção e afastasse todo e qualquer demônio.

Por isso ainda hoje nada tenho de pessoal contra o magistrado, contra quem assaquei perante o CNJ e outras corregedorias. Porém, enquanto reconhecidamente como bom servidor que fora, deparei-me com um paradigma que fora a  INDIGNAÇÃO PELA PROTEÇÃO DADA A UM CONDENADO POR FRAUDE AO INSS,  CONJUNTAMENTE COM APOIO Á UM ADVOGADO. Qualquer magistrado de boa índole e reconhecendo a consideração dos serviços prestados; teria se dado por impedido ou dito ao advogado amigo que solicitasse a suspeição para que o processo fosse remetido para outro magistrado qualquer.
Não, o magistrado em questão, optou por dar prosseguimento ao feito, insistindo em marcar uma audiência que sabedor da personalidade desse redator, jamais se permitiria encontrar com seu algoz que havia interposto processo de danos morais, por ter sido chamado de condenado ,corrupto e integrante de quadrilha. Talvez certos que estavam, advogado e cliente, da super amizade intima com o magistrado, creram    impiedosamente que subjugaria este redator.
Hoje o magistrado sofre as consequências desse ato tresloucado. E obviamente INDIGNADO comecei a verificar o que se me falavam sobre o magistrado, comecei a depurar e garimpar provas e uma ruma de documentos começavam a me chegar ás mãos.
Troquei a  admiração pela indignação, além é claro do sentimento de revolta. Ainda antes do acontecimento do ora relatado, sobre o fraudador do INSS; havia ocorrido a concessão de uma liminar, concedida de forma inexoravelmente indevida; mas que ludibriado pelo advogado de plantão e que anda-lhe a tiracolo;foi deferida; tive a preocupação de telefonar para o magistrado de questionar-lhe sobre o que fizera, havia, ele, o magistrado passado por cima da câmara de vereadores e autorizado o remanejamento de verbas, quando a câmara iniciava uma investigação por fraude e malversação do dinheiro público. Ele respondeu, que a liminar estava dentro da legalidade, que havia juntado uma jurisprudência do Rio Grande do Norte; que logo após tomei conhecimento e em nada tinha haver com o fato em concreto para o qual a liminar tinha sido deferida.
Ainda  nesse esteio, um outro advogado , muito intimo do magistrado, havia recebido do processo de um cliente, mediante Alvará judicial assinado pelo magistrado, o dinheiro de um cliente, no importe de 9 mil reais sem que transcorrido mais de um ano houvesse pago  ao cliente. Liguei para o magistrado, comuniquei o fato e mostrei-lhe minha preocupação; pois a assinatura dele estava naquele alvará e o advogado amigo dele teria surrupiado indevidamente o dinheiro do cliente.

Daí para tomar conhecimento dos fatos, acessar documentos e informações foi um pulo; aumentando cada vez mais minha indignação. Sei também que o magistrado fez  bem a muita gente; mas sobre si pesou mais as escolhas pelo caminho do mau. Por detrás do ar simples e humilde havia um homem que escolhera o caminho do diabo e não o caminho de Deus.

Eu  integro a filosofia  do iluminismo moderno, cujos pilares são a justiça, dignidade, verdade e lealdade.A Nova Ordem pretende exatamente isso, a busca pela justiça, verdade, dignidade e lealdade e nela me pauto a pelo menos duas décadas, pois aos 50 anos de idade, vejo que o que precisamos é de amigos sinceros, que não sejam corruptos e que contemplem a justiça e a verdade.

Vejo, piedosamente a ruína do magistrado, consequência do seus atos e do que plantou, agora colhe...e creiam-me por ele oro a Deus para que se apiede do mesmo!

Valeu a pena vender a alma ao Diabo?

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