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sexta-feira, 9 de março de 2012

SUGESTÃO PARA O PROBLEMA DA SAÚDE EM PAULO AFONSO E ADJACENCIAS


CRIAÇÃO DO CENTRO DE GERENCIAMENTO DA GESTÃO UNIFICADA DA SAÚDE MUNICIPAL NO SEMI ÁRIDO NORDESTINO


POR : Cecílio Almeida Matos*






A saúde de fato vai mal em Paulo Afonso e nas cidades circunvizinhas, como referencia de terapias e tratamentos temos apenas Arapiraca, Recife e Aracajú. As demais cidades da região padecem de alguma forma de imediata solução no atendimento e na qualidade dos serviços prestados.
Vejo então um solução, uma possível sugestão, que seria a criação de um centro de gestão compartilhada da saúde municipal.Onde seria escolhido um hospital central de base, com grande escala de atendimento á demanda da região, inclusive com pista de pouso para UTIS aéreas,acesso assegurado através do serviço de regulação centralizada e custeada pelo compartilhamento de verbas municipais, que são repassadas do SUS diretamente para as secretarias; em cada município, num raio de até 130 quilômetros, haveria além dos PSFs e tratamentos preventivos haveria uma unidade básica de atendimento emergência e ambulatorial. Sendo imperativo a remoção, o paciente seria encaminhado para o hospital de base para tratamento intensivo e cirurgias de urgências.
Cada prefeitura no raio de atendimento entraria com o partilhamento  de receitas e bens utilitários, como ambulâncias, medicamentos, e o provedor web para assegurar os dados dos pacientes e providenciar as devidas remoções. O hospital de base da região deverá ser dotado de uma aeronave resgate para casos excepcionais e emergenciais. O paciente já seria removido e entregue no hospital de base com todos os seus dados lançados no sistema de regulação,inclusive tratamento ofertado, diagnostico e  anamnese do caso.Em situações menos críticas o paciente além de contar com o atendimento ambulatorial local, contaria com a presença do SAMU(TAMBEM DE FORMA COPARTILHADA) e havendo necessidade, encaminhamento via ambulância para o hospital de base.
Os recursos viriam justamente do SUS, de forma compartilhada entre as prefeituras adjacentes, no raio de ação de 130 quilômetros ou seja uma hora e meia de condução para remoção por ambulâncias, exames, e atendimentos especializados dentro do próprio hospital.Desta forma 10 ou mais prefeituras se quotizariam e dos valores repassados pelo SUS  ás secretarias municiapais, uma parte seria destinada ao Centro de Gerenciamento de Gestão Unificada da saúde Municipal no Semi Árido Nordestino.
Bastaria algumas reuniões com os secretários municipais de saúde e seus respectivos prefeitos, com o ministério da saúde, para que iniciado o processo, escolhesse uma cidade que viesse a sediar o hospital de base, com grandes e reais estrutura para atender a demanda das cidades integrantes do centro e adjacentes.O controle das finanças seria feito pelos secretários municipais e pelos órgãos de representação da sociedade, inclusive o Ministério Público Federal.O governo do Estado e Federal entrariam com a participação na construção do hospital de base ao ampliação de algum já existente na cidade escolhida, além da garantias de recuperação das estradas e rodovias.No mínimo, teríamos alcançado Canindé do São Francisco, Glória, Antas, Delmiro Gouveia, Jeremoabo, Petrolandia ,Piranhas , Rodelas, Macururé, Cícero Dantas ,  entre outras dezenas de municípios.

Como todos podem ver, trata-se de algo viável e quando politicamente se quer politicamente se faz.


Cecílio Almeida Matos* é graduado em RH e pós graduação em processo penal, além de outros.

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