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segunda-feira, 26 de maio de 2014

MARIO NEGROMONTE E AGORA? VAI EXPLICAR O QUE?


Nome De Guerra? Argôlo E Negromonte Usavam Santos E Mendes Para Ver Yousseff

Autor: Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)Data: 25/05/2014 15h22Categoria : PolíticaTags: Luiz Argôlo, Mario Negromonte, Alberto Yousseff, Polícia Federal
A revista Veja desta semana traz reportagem sobre “os nobres clientes do doleiro” Alberto Yousseff, preso na Operação Lava Jato”, da Polícia Federal. Entre os nomes, a publicação cita os deputados federais Luiz Ârgolo (SDD) e Mario Negromonte (PP), dois parlamentares que mantinham relações diretas com Yousseff, acusado de comandar um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que movimentou cerca de R$ 10 bilhões.

Deputados Luiz Argôlo (SDD) e Mário Negromonte (PP)
Imagens captadas pelas câmeras de segurança do prédio onde funcionava o escritório do doleiro, em São Paulo, mostra que Argôlo e Negromonte usavam nomes diferentes dos quais são conhecidos na hora de registrar visitar Yousseff. Luiz Ârgolo usava João Santos e Mario Negromonte usava Mário Silva Mendes.

“A base de operação do doleiro era também ponto de peregrinação de políticos de partidos sabidamente envolvidos em tramoias financeiras. As investigações já revelaram que empresas-fantasmas controladas por Youssef recebeiam em suas contas inexplicáveis depósitos milionários de algumas das mais importantes empreiteiras do país. O dinheiro que entrava de um lado, por meio de contratos simulados de consultoria, saía por outro na forma de repasses a políticos e partidos. Os mesmos políticos e partidos que indicavam os apadrinhados que contratavam as empreiteiras pagadoras. É desse triângulo equilátero da corrupção que emergem os clientes mais vistosos do doleiro”, diz a publicação. 

Luiz Argôlo responde a processo no Conselho de Ética da Câmara e corre o risco de ter o mandato cassado, além de ser expulso do Solidariedade, partido que é 2ª Secretário da Executiva Nacional. Já Mário Negromonte, do PP da Bahia, tenta emplacar, com o apoio do governador Jaques Wagner (PT), uma cadeira no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), órgão fiscalizador da gestão dos 417 prefeitos baianos.

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